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sábado, 16 de julho de 2011

RG



Nossa como sou mal educado, criei um blog e sequer apresentei-me, nunca disse qual era a proposta do blog nem sua periodicidade. Prazer, esse sou eu!

– Ahh, Antes de esquecer, isso não é falta de educação é que sou relapso mesmo.

Costumo ser bem perfeccionista, mas não sei como pude deixar isso passar!

Pensei em criar um blog que fale de tudo, daí pensei   Ninguém está interessado em tudo, mas eu estou e como o blog é meu, tomei uma decisão pensando nos leitores (rs) e decidi seguir esta linha na qual escrevo; e que diga-se de passagem não está bem definida. Pois é, esse sou eu!

Antes do blog tinha na mente bombardeios de idéias para postes, depois que o criei elas decidiram tirar férias, nada pude fazer, foram embora sem que eu pudesse perceber. Porém idéias não me faltam, alguns post’s já foram até escritos, mas não publicados. Tudo tem sua hora e a hora deles não demora (vou contar um segredo: não tente entender o por que). Prazer!

Poderia simplismente ter feito uma breve descrição, mas cansei de fazer descrições sobre mim, elas não me acompanham, nem de longe nem de perto. Podem no máximo produzir uma imagem devéras distante, mas nesse ponto ninguém garante se é real ou miragem.

Por fim, eu e o blog somos apenas o que você acredita que somos, deves estar consciente que corres o risco de enganar a si próprio, é claro. Mas nada garante que eu não seja o enganado em tudo que escrevi.

Prazer, Rafael (somente), é tudo que posso e sei dizer!

domingo, 12 de junho de 2011

O beco



Duas coisas moem e remoem em minha cabeça: destino e coincidência. Provavelmente vocês optam por uma dessas duas idéias, talvez sequer pararam para pensar nisso. O fato é que, assim como vocês eu ouvi a vida inteira coisas do tipo “isso aconteceu por coincidência” ou “coisa de destino”. Entendendo coincidência como “eventos com alguma semelhança mas sem relação” e destino “como uma sucessão inevitável de acontecimentos relacionada” (trechos entre cochetes da Wikipédia) eles necessariamente são antagônicos. Logo, quem acredita em um desacredita o outro – pelos menos era pra ser. 

– Eu não acredito em nenhum dos dois! 

No entanto, minha experiência de vida – que convenhamos não é lá essas coisas – me fez perceber que a semelhança em algumas situações parecem ter relação (você também já deve ter passado por isso) consequentemente seria algo do destino. Mas como acreditar em destino sendo cristão? E o livre arbítrio? Como fica? Até mesmo sendo ateu, agnósticos e demais desinências não é possível acreditar em destino!

Encontro-me em um beco do qual a saída é outro beco.


segunda-feira, 9 de maio de 2011

Hã? Como? Isso é amor?



O que é o amor? (eu sei, não tinha clichê pior do que esse pra começar o post). Embora eu tenha minha resposta, infinitas respostas serão dadas por cada leitor desse blog. Talvez e bem provavelmente eu não tenha conhecido amor ainda. Será? Certeza não posso dar, mas se tem alguém que  pouco conhece de mim, esse alguém sou eu.
Bem, o amor ao qual me refiro é apenas um: o amor entre um casal.

O fato que me chamou atenção sobre esse assunto é como algumas pessoas “amam”.  Pessoas que transformam sua/seu amada(o) em motivo para viver! Será mesmo que isso é amor ou obsessão? Ou os dois junto? Será realmente que algum ser humano merece seu amor mais do que você próprio? Não sei se serei compreendido por vocês, portanto queria deixar claro que não estou defendendo nenhum narcisismo. Mas creio que, fazer de outra pessoa seu ‘querer viver’, soa como se você não se desse valor. Ora, se você não se valoriza, quem você espera que faça isso por você?

Outra coisa que me chamou atenção, vocês próprios podem concluir com a resposta de vocês: Quanto “amores pra sempre” você já viu ou ouviu terminar? Bem provavelmente, uma meia dúzia. No mínimo!

E aquelas pessoas que olham uma vez ‘a pessoa’ e se apaixonam? Hã? Como? Isso é amor?

Enfim, por isso e por outras razões não acredito em amor, não dessa forma plena que boa parte das pessoas acredita – algo que transcende nossa razão. Mas acredito sim, em um amor construído através da convivência, em que a cada detalhe novo que conhecemos daquela pessoa, nos faz ama - lá ainda mais.